quarta-feira, 17 de maio de 2017

Jung (55) / O guardião (1)







Deixo um obrigado a quem me acompanha há algum tempo e sei lá quantas mil visualizações  (acredito que a maioria de maneira errática pelo oniciente Google), mas isso também pouco importa.

Deve ter percebido que minhas postagem estão em fade out lento há muitos meses por motivos aqui já explicados. E talvez, a temática "O guardião" também já possa estar aberta e perdida pelas areias do tempo, o que também não é importante. As fotos assim como algumas imagens significativas podem ser vizualizadas no meu Instagram  (ah Gustavo... Quem te viu, quem te vê. Ah vei, me erra... olha eu divagando no meu parênteses... nhé, to nem aí)

Que desleixo. Daqui a pouco regride a um semi.... deixa pra lá, (...)

(...) ...em construção.

P.S. Agora q eu vejo q tem uns 20 rascunhos abertos com mais de 50 pgs... meu, q preguiça... Preciso de férias rs

O brincar e a realidade (1) / O encontro da alma (4)



Ah, Dr Donald minha avó sempre dizia q nada que presta acontece entre essas casa do relógio... Q se f

Lá vamos nós, estou pronto... como um antigo mestre de artes marciais me alertou uma vez "Não me provoque criança" O que ele não sabia é  q o cérebro de uma criança não processa o não antes dos 5 anos, e essa era minha idade na época... Freud explica, e a propósito, a foto está borrada. Os colegas achariam engraçado, mas eu não.

Xadrez (5) / A psicanalista (2)

- Xeque-mate doutora.
- Mais uma?
- Não estou no humor pra joguinho hoje...
- Quer ir para o divã?
- Cansei do divã nas sessões doutora, me entedia...
- Tá resistente a ele hein?
- Não, foi difícil sair dele quando trancendi a psicanálise há anos atrás...
- O que seria transcender pra você?
- Não importa os porquês, vamos logo aos para que...
- Isso me soou um pouco reticente, agressivo talvez. O que você acha?
- Desculpe doutora, apenas tentei ser assertivo.
- Citando você mesmo "a forma diz tanto quanto o conteúdo". E ainda  temos 5 minutos.
Após 3 longos minutos de silêncio:
- Acho que vou indo já. Até semana que vem.
- Tenha uma ótima semana e o aguardo no mesmo horário semana que vem.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Encontro da alma (3) / Xadrez (4)

Com a rainha e seu cavalo dominando o centro esquerdo do tabuleiro prefiro partir logo para o roque e ativar a peça com que mais me identifico: a torre.

Algumas vezes lembro-me de uma astróloga com quem compartilhava parte da minha alma, segundo a vidente a carta do baralho cigano que seria eu era justamente essa. (A Torre) No desenvolvimento do jogo e em sua abertura ela se mostra com pouca mobilidade, mas seu poder, principalmente aos pares não pode ser superado nem mesmo pela peça mais poderosa uma vez que seu valor relativo é 5, do rei seria 3,5 peões 1, bispos e cavalos 3 e da rainha 9.

Mesmo com tal discrepância confesso invejar os saltos belos e precisos como os dado pelo cavaleiro misterioso que dança elegante junto aquela de vestes adornadas que pareciam ter sido vestidas as pressas. Talvez pelo fato do cavalo ser o único capaz de atacá-la sem ser atacado por ela. Não tenho certeza, mas em breve falarei mais sobre isso...

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Encontro da Alma (2) / Xadrez (3)

- Nós temos muitos segredos...

Seu mote ao entrar no campo de batalha gera desconfiança e olhares atrozes. Seus trajes adornados porém, parecem ter sido vestidos as pressas. Quando o assunto é magia nada é tão lógico e racional como estamos acostumados. Eu particularmente, sou contra movimentar a rainha e seu cavalo antes do quinto movimento. Mas enquanto dupla de ataque são temíveis. O cavaleiro misterioso que acompanha a peça mais poderosa do tabuleiro poderia dizer algo estiloso como:

- Conhecimento é poder, e eu conheço muitas coisas

Hmmm... o caráter lúdico desse jogo de pedras não passa de mera teatralidade e é bom voltar a falar mais sobre isso


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Encontro da Alma (1) / Xadrez (2)





A música é suave e o encontro dialético. Conforme se entreolham a tentativa de empatia é mútua seguidos de breves cumprimentos como um aperto de mão e sorrisos fugazes. Os corpos se movimentam até um ambiente mais propício. Pela primeira vez as psiques se tocam com suavidade, receio e curiosidade. A abertura se dá lentamente pelo centro e quem toma a iniciativa assume o papel de conter o que se apresenta do outro lado. Ambas as partes iniciam uma dança intercalada. Conforme o centro desse tabuleiro é ocupado o desenvolvimento se inicia deixando as banalidades para trás. O embate se inicia, a bolha se fecha, o tempo cessa, o onírico se manifesta, o campo relacional se instaura no início de maneira sutil e permeável.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Escrever como catarse (1)


Que novidade!

Como reinventar a roda? Encarar a página em branco às vezes pode ser difícil...

Melhor adicionar "em construção" ao final de todas as páginas do caderno, como nesta postagem.
O processo básico dessa temática é a transferência de energia do psíquico ao papel e tinta ou qualquer outro veículo de sua preferência. Simples assim, como qualquer forma de arte tem essa função simbólica ou de sublimação como preferir.





...em construção